terça-feira, 18 de setembro de 2012

UM SAVEIRO DE VERSOS


Singra sereno...
O saveiro de meus versos,
(nas águas caudalosas das lembranças... )
Sob o impulso da esperança,
E do forte desejo...
De que não soçobre jamais
Na vereda de meus sonhos...

Ah! Deixa que o saveiro de meus versos
Percorra o trajeto de corações curiosos,
E que depois, bólido,
Parta em busca de outros corações
Que a vigiarem ansiosos o horizonte,
Ávidos, o esperam!...  

Deixa que o saveiro de meus versos
Resvale em qualquer lugar
Pra saciar e ungir...
Com melódicas estrofes poéticas
Àqueles que desejam
Por elas se besuntar por inteiro.. .

Por fim,
Deixa que o saveiro de meus versos
( a velejar, lentamente, num mar de ternura)
Atraque lá nos campos de “Capim Dourado”
Do “Jalapão do Tocantins”,
Onde repousam minhas recordações...
E uma saudade sem fim!...


Montes Claros (MG), 08-08-2011
RELMendes

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