segunda-feira, 23 de abril de 2018

Quer mesmo/ ser /verdadeiramente/ livre / quer?




-Pois se decida a perdoar! - Perdoar sempre!
Para não cultivar ou se enredar nas malhas da erva daninha
Da avassaladora ira que sempre nos aprisiona /por demais/
A quem tentou ou tenta denegrir nossa imagem/à toa/
Ou/ simplesmente/ magoou-nos profundamente...
Quiçá/sem motivo aparente justificável!

-Então/ é só se perdoar!  - Perdoar-se sempre!
Sobretudo/ por não ser quem desejaria sê-lo/
E /por algum motivo/sabe-se lá qual/ nunca o conseguiu
Vez que se deixou/quiçá/ conduzir à revelia/ desmedida/
De seus parvos caprichos inconsequentes...
Sem valorizar sequer seus próprios talentos!

 -Então/ decida-se também a perdoar a Deus! – Perdoá-lO
Por não atender suas impertinentes solicitações /insistentes/
Vez que /a “Ele” /pra quem crer/ninguém o manipula/
Já que a Sua liberdade é/ verdadeiramente/ imanipulável/
Mesmo porque/ a todo o momento/ “Ele”/ Deus/ supre todas
As nossas necessidades/ abundantemente...ora!!

-Por fim/ totalmente livre/e reinaugurado/ voe na boca do vento/
E saboreai / despudoradamente/as inúmeras delícias de ser
Um perdoador/inveterado/ por decisão própria/
Sem predisposição alguma a se dispor/novamente/
A sofrer as dores d’uma alma/ sensível/à beça/
Por coisas tão miúdas...

RELMendes – 17/04/2018


Felicidade é coisa de rápidos momentinhos



-Então quem sabe/quiçá/ um dia/
Eu não descobrirei / de repente/
Como acender  minha visão
E então perceba que a anelada felicidade
Esconde-se nas coisas simples da vida/
E que por aqui nesse mundão ela jamais
Será perene... Mas não mesmo!

-E porquanto/ah/ arregalarei bem os olhinhos
Para não correr o risco de perder/ por desleixo:
- O abarrotar-se de flores os jardins...
- O gargalhar das crianças ao término das aulas...
- O deliciar-se com um sorriso amigo...
- O jogar conversa fora com quem encontramos...
-  O espiar ao crepúsculo adormecer-se....
Etc & tal

-Sabedor disto/ quem sabe não devorarei/ ávido/
Todos instantinhos de felicidade que/por ventura/
 A vida me oferte/ generosamente/ aos montes/
No transcorrer dos meus dias ainda a serem vividos/
Em total plenitude hein?!

RELMendes – 19/04/2018


Sabedoria de sertanejo brejeiro


(Um cadim de sabedoria, até que é bão, né não?!)



Ah!Quando a gente ama sem ser amado,
A solidão produz saudade doidíssima...
Mas quando a gente se mete a amar sozinho,
Abrem-se as janelas d’alma pra malvada amargura,
E ela/,essa vadia, se instala na gente, sem pena, sem dó!

E se a gente insistir em amar sem ser amado,
Sem ser querido, sem ser compreendido...
Aí é dá muita trela à inconsequente imprudência,
Que, por si só, desgasta muito o brio d’alma da gente!

Ah! Mas como não ser imprudente, insistente e inconseqüente,
Se a gente sempre está em busca de um  amor pra gente?!
Então, quem sabe se não vale a pena. demais da conta,
A gente ser só um pouquinho imprudente, hein?

Montes Claros (MG), 20-04-2014
RelMendes

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Perdão e ternura dão-nos leveza d’alma



-Se quem se permite acumular ressentimentos inúmeros
Jamais conseguirá/ em momento algum/ voar alhures
Vez que/ sem dúvida/ não dispõe a leveza suficiente
Para alçar voo além de suas pesadas mágoas...
Porquanto/ eu tento ser/ plenamente/perdão e ternura/
A fim de voar muito além de meus sonhos/ sonhados!
Suspeito/ então/ que amealhar quinquilharias não é /deveras/  
Um bom negócio pra quem pretende evadir-se/ de repente/
A qualquer momento/ hora ou dia!.

-Quem/portanto/ no percurso dessa vida/tão bela/
Vai amealhando/ sem limites/ quinquilharias / inúteis/
- quer matérias ou/ sobretudo/ afetivas -
Por decerto/jamais obterá a necessária leveza d’alma/
- Que lhe é/diga-se de passagem,/ imprescindível -
Pra se desvencilhar / mais fácil e definitivamente//
Das amarras grotescas da avareza /tão viscosa à gente,..
E /por fim /saborear/ nas asas da liberdade/ as delícias do partir/
Alhures/sem a sensação angustiante e lamuriosa/ da perda
A macular-lhe/quiçá/ o porvir/ deveras alvissareiro/
Não importa onde esse porvir esteja... Ora!

-Então/ só nos resta apressemo-nos / sem delongas//
Em abrir mão de quaisquer/quinquilharias que nos impeçam.
De evadirmo-nos/ mundo afora/livremente/
Enquanto o tempo urge a nosso favor/ e pronto!

RELMendes  26/03/2018


Tua faceirice derrama-se ao caminhares E esconde-se no lado esquerdo de nosso peito



-Oh/ tu que passas/ tão despercebida /a tudo/
Que nem a mim/ nem/tampouco/ às flores d’outono/vês/  
Nem/sequer/ao menos /ouves-nos a planger/aos prantos/
Ao teu deplorável descaso/ sem nenhum cabimento/
Saibas/ pois/ então:

- Eu/lamento/ por versos já não mais os ter/aos montes/
Para decantar meu amor / por ti/aos borbotões de paixão/
- Elas/ as flores d’outono/ lastimam/ por não aspirares/ deliciando-te//
Seus aromas inebriantes/exalados/ sem avareza alguma/
Para /tão-somente/perfumar teu caminhar/ quiçá/ suave/
- Embora/ por demais/ arrogante/ a nossos olhos! -
Mas bem o sabemos que assim o és /plena/
E se a ti/pouco te importa/ nossa plangência!. Que pena!
Mas/por favor/prossigas faceira sempre!  Sobretudo aqui/ no lado
Esquerdo de nosso peito/por ti/totalmente/ encantado/ sempre!

RELMendes – 03/03/2018



Um súbito Amor de Outono

(É / totalmente/ possível!)

-Cá estou eu/ novamente/
A escarafunchar...por todos os lugares/
D’onde eu possa ter escondido
As sementinhas daquelas florzinhas
Que tanto as aprecio/ enormemente:
- Amores-perfeitos... – Miosótis...
- Margaridinhas campestre...
Porque é /Outono!/

-E/ porquanto/ a gente precisa enfeitar/
Às pressas/todas varandas da Vida/:
- Às das nossas casinhas aconchegantes/
E /sobretudo/às de nossas Almas/ carentes!...
-Pois/ em sendo Outubro
- A qualquer momento -/
 Pode ser que/ de repente/
O Amor venha nos visitar
Novamente! Quem sabe?

RELMendes – 07/10/2013

terça-feira, 20 de março de 2018

Quem ama/ama tudo o que vive/ Ao seu derredor/ e alhures!



Quem se abarrota de Amor/ verdadeiro/
- Tal qual o fizera um tal José de Maria -
Não se disporá jamais/ à maledicência alguma/
Vez que está sempre muito ocupado
Em espargir candura/ por aí afora/
Quer a quem o acolhe/ ou a quem o despreza...
Pois seu coração transborda/ à beça/ de ternura...

-Portanto / quem se abarrota de Amor/ verdadeiro/
- Tal qual o fizera um tal José de Maria -
Ainda que/ de imediato/ nem sempre se dê conta
De tantas maravilhas /no mundo/ não escondidas...
Simplesmente ama/ e ama /sem medidas :
- Gente... Flores... Marias... O Menino de Maria/
Enfim,/até Passarinhos...etc & tal!

RELMendes 19/03/2017

domingo, 10 de setembro de 2017

Talvez/ só mais um cadim de ternura bastasse (Para que o mundo fosse bem melhor!)


-Assunta só:

-A sábia árvore/ velha/ sempre oferta/
Generosamente/ sem avareza /alguma/
Sua deliciosa sombra fresca e abundante/
A quem dela se achega cansado/ da caminhada/
Pra descansar/ um pouco/e refrescar-se/ à sua sombra.

-Mas assim sendo/ a velha árvore/ frondosa/e sábia/
Só deixa transparecer / apenas/ a olhos curiosos/
A agradável sensação de prazeroso frescor.
Destarte/ então/ela /a sábia árvore/ velha/
Consegue camuflar /totalmente/ até muito bem/
A feiúra de suas raízes /por vezes/
Completamente/desnudas!...
 
-Pois/também/ à parecença da sábia árvore/ velha /
O ser humano/ (ao envelhecer) deixa/ à mostra/
Por vezes/ suas afloradas raízes (quer feias ou belas)
Que ora /pela indelicadeza/ espantam /os curiosos/
Que imprudentes/ delas/ se aproximam...
Ora/ por conta de tanta ternura/
Encantam àqueles que /deslumbrados/
Inebriadíssimos/ as contemplam/ boquiabertos!

-Portanto / feliz / então/daquele ser humano/abençoado/
Que/ desde o seu nascer/ fincou suas raízes/
No singelo canteiro da doce /ternura/ para absorvê-la/
Porque sempre será capaz de surpreender/ a todos/
- Com um sofisticadíssimo/ encantamento -
No divino momento /de qualquer encontro!...

-Pois/ à parecença dos belos ipês /lilases/
O ser humano que sempre se alimentou
Com a saborosa seiva da agradável/ ternura/
Mesmo que já vivendo/ na ancianidade /tão temida/
Ele sempre semeará /prodigamente e/ sobretudo/
Surpreendentemente / pétalas de gentileza/
Ao entorno /de tudo/ e evidentemente/ de todos/
Por onde pisarem seus pés /delicados/
De bondoso e terno/ mensageiro da Ternura!...   


Montes Claros(MG), 01-04-2012
RELMendes

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O VERSAR DO POETA-MOR/ AROLDO/ VIAJA ALHURES


Ah! AROLDO/ o nosso poeta-mor/ verseja mundo afora/
Pois sem parar/ jamais/ nem um só dia /sequer/
- Seu divino ofício de versejar / constantemente/  -
Ele está sempre poetizando a Vida a fluir...em qualquer canto/
Por onde quer que ela esteja a pulsar!

-Seus versos/ de vate versejador /inspirado/
Transpuseram os montes das Gerais...
E / de há muito/ porquanto/ orvalharam os alhures
Dos vales da imensa paulicéia /desvairada/
- Que atentos ouvem o seu versejar afoito -
Bem como os do seleto aconchego da “Casa das Rosas”
Que/ pelas ledices poéticas de Aroldo / logo escancarou-lhe
Suas portas/ seletivas/ e rendeu-se/ totalmente/
À mineirice pujante/ do seu lampejante Poetar /inigualável/
Que / indubitavelmente/a todos nós /sem exceção de ninguém/
Muito faz nos PENSAR!

Rel Mendes 01/09/2017




quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Quando a felicidade se debruça sobre nós


Hoje o dia correu nas estradas da alegria
Uns saiam outros chegavam /sorridentes/
Meu coração se arrefecia /de alhures/
E de agora’s / plantados lá no pretérito/
Eu aqui /velho-menino/ travesso/ às pampas/
Transbordei-me/ de júbilos/ o dia inteiro.

Relmendes  15/08/2017


sábado, 5 de agosto de 2017

O Amor tem sua Realeza


A realeza do Amor repousa/sempre/
Na disposição dos amantes
De se darem/ um ao outro/
A cada dia de suas vidas/
Apesar de todos os pesares/
Por uma vida / inteirinha/
Ou seja. Enquanto se espichar
O caminho/ a ser/ pelos dois /
Totalmente/ percorrido/ viu?!!

RELMendes 30/07/2017


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ALINHAR-SE É PRECISO



Mas alinhar /com o quê/
Face a tantas sugestões/ mirabolantes/
Que nos são ofertadas /de bandeja/
Nesse nosso mundo /estrambelhado?

Ora! Alinhar-se às idéias de justiça/ exemplo:
- Dar a cada um aquilo que é seu...
E dá-lo com equidade/ no caso concreto!
-Perambular /só se for pelos caminhos já
Percorridos pelos Iluminados/
- Quer homens ou mulheres/ portadores/
De uma clareza de idéias /invejável -
Que nos precederam /a pés em chão/
Por esse percurso que hora trilhamos/
-Enxergar o mundo tão-somente/ em azul/
- Como o vêem os olhos daqueles que sabem
Amar por amar/ sem segundas intenções... -
Ainda que se seja visto como visionário/ ingênuo/
-Alinhar-se/ por fim/ à sua estatura
De ser humano  em elaboração/ e não/ pronto!

Isto já é um bom começo/ me parece/ pra quem deseja/
Verdadeiramente... Ser gente!
Se não der certo/ ah/ não chore rios de lágrimas...
Simplesmente/ tente outra vez/ e pronto!
E tenho o dito! Ah só por enquanto... Tá?!


RELMendes 05/03/2017

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Ninguém morre de amor


Se de amor ninguém morre/
Então/ não percamos tempo/
Vamos amar/ sem economias/
E deixa a jiripoca / piá!

RELMendes 31/07/2017


quinta-feira, 27 de julho de 2017

A felicidade simplesmente mora em nós mesmos


Quem se entrega/ ávido/ ao consumismo/pra se pavonear/
Em busca de uma esdrúxula satisfação/ imediata/
Por decerto/ desviou-se /totalmente/ do caminho
Da tão almejada felicidade / verdadeira/
Vez que esta não está embutida nas coisas/
Que/ por ventura/ se possa ter ou adquirir/
Mas sim naquilo que na verdade se é/ em si mesmo/
Já que a felicidade se tece/ a si mesma/
Dentro de nós/ independentemente/
De nossas fugazes aparências / tão banais/
Esse é o segredo!!


RELMendes 26/07 /2017

domingo, 23 de julho de 2017

Amigo é um trem bão demais da conta sô!


-Amigo/ de repente/ aparece
-Amigo / também/ se cativa com o tempo
-Amigo/ nem sempre o temos/ ao lado
-Amigo é feito passarinho/ na hora H:
- Aparece! - Acalanta-nos a alma/ com ternura/
- Diz-nos umas verdades/ nas fuças/
- Puxa-nos as orelhas/ sem medo/ algum/
- Desaparece/ chateado/ por tempo indeterminado:
- Deixando-nos/ saudosíssimos!

-Mas depois/ um dia qualquer/ inesperadamente/
Reaparece com a maior cara de pau/ lambida/
Abraça-nos /apertado/ e fala-nos/ em alto e bom som:
- Ah/ mas eu gosto docê/ viu amigo?!

RELMendes - 20/07/2017


domingo, 9 de julho de 2017

Sou adepto de viver/ na vadiagem/ a noite inteirinha


-Quando a noite se estafa/ totalmente/
E a estrela Dalva deixa de alumiá-la/
Desvisto-me de minha roupa/ de viver/
E logo/ fecho-me /em mim/ a ressonar/
Bem sol a pina/ e tarde/ inteirinha/ sem parar/
Só pra contrariar/ a valer/ Tudinho/
Que ousa pré-estabelecer/a todos/
O que é certo/ ou errado/
Sem nem /ao menos/ os auscultar.

-Mas/ ah! Logo que a noite desponta meninhinha/ de novo/
Mais uma vez/ esbugalho meus olhos/ totalmente/
E a pés em chão/ ponho-me às ruas/ sem hesitar/
Pra orvalhar-me de todas as coisinhas/ que a noite/ mulher/
Certamente me ofertará/ sem pundonores/ algum/ sequer !

RELMendes  08/07/2017



quinta-feira, 6 de julho de 2017

A mãe Natureza é fonte de inspiração aos artistas



A “Natureza” / quando retratada/ na tela de um / virtuoso/ pintor/
Ainda que/ por morta/ seja denominada/ ou conhecida/
É demasiadamente... Linda! Estonteantemente/ Bela!

E por conta/ de tanto encantamento/ sugiro-lhe:
Contemplai /mas/ contemplai/mesmo/ sempre atento/ sem pressa
A obra/ ou pintura/ de um virtuoso/ artista/ plástico/
Pois / dela/ derrama-se/ generosamente/ o Belo/
Sempre disposto/ a fugir /do seu escondimento/
Para nos espantar / sem avareza/ de encantamentos!

Agora/ de mãos dadas/ com essas pistas/ elucidadoras/
Deixai /os olhos degustarem/ ávidos/ o Belo/ exposto/
E saboreai / famintos/ as frutas/ os legumes/ e tudo mais/
Que uma pintura/ / inspirada / em belezuras da Natureza/ viva/
 Possa / generosamente/ ofertar-nos de Belo/ do jeito/ único/
De expressá-lo/ no que diz respeito/ ao talento/ de seu / virtuoso/ Pintor!

Por fim/ inebriado de encantamentos/
Daí / graças à Vida/ e à Natureza/
Que / sem avareza/ a toda sorte de Artistas/
Generosas/ sempre / os inspiram/ constantemente!

RELMendes 30/05/2017


terça-feira, 4 de julho de 2017

TRISTEZA PRECISA TER PRAZO DE VALIDADE


-Quem se prostra à tristeza /por tempo indeterminado/
Perde o trenzinho da Alegria. Trenzinho esse/ que só deslancha/
sob os trilhos/ do nosso coração/ rumo a Felicidade/
se o nosso coração/ estiver/ contente.

E a Felicidade / nada mais é/que uma colchinha/ de momentinhos/ preciosos. Porquanto/ inesquecíveis. Mas que são/ tão rápidos!
Esses momentinhos/ felizes /sempre nos surpreendem/ inesperadamente!
Mas também/ de repente/ esvaem-se/
sem nos dar/a menor satisfação.

-Ora! Pois/não raro/ eles nos encontram/ sempre a nos balangar/
de há tempos/ nos braços da tristeza / que a tantos tem matado/
ao cabo dessa vida/ afora.
E Felicidade sempre foge da tristeza... Viu?!

Portanto /não permitamos/ jamais/ que tristeza se hospede/ em nós/
por tempo / indeterminado/ Tá?!
Porque/ela/ a tristeza/ essa chichelenta/
é uma péssima /Inquilina/  Viu?

RELMendes 01/ 07/2017


sexta-feira, 30 de junho de 2017

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE SAUDADE


Quando a saudade bater/ mas bater/ pra valer/
Cavalgue/mas cavalgue/mesmo/ nas asas da imaginação/
Ou quiçá/ no dorso/ do seu pretérito/glorioso/
E re-memorize/ o que te fez feliz / Outrora!

Quando a saudade se achegar a ti / bem de mancinho/sorrateiramente/
Não a enxotes não/ pois/ por decerto/ te trará/ belíssimas recordações/
De coisas/ vividas/ naquele outrora/ hoje/distante/que /nem tu/
Nem tampouco/ a batuta do tempo/ tiveram a ousadia de as apagar
Da tua memória/ vez que/elas/ te fizeram suspirar/ de Felicidade/
Naquele / inesquecível/ momento/ que ainda/nesse então/ Dá /
Um profundo sentido/ à tua Vida / que segue/ enfrente/ Ora!


RELMendes 29/06/2017


quarta-feira, 28 de junho de 2017

À tardinha sem hesitar sempre recolho-me cedo


À tardinha/ sempre/ o meu pensamento
Vagueia / a solto/ pelo meu pretérito/ adentro/
E por lá ando/ nas pontas dos pés /suavemente/
Para não tropeçar /em bregueços/ tolos/
Que de há muito/ eu lancei / no esquecimento.

Então /mal o crepúsculo se achegue/ eu / discretamente/
Recolho-me /antes que minh’alma enviúve-se/ de tédio/
Ao ouvir /o badalar dos sinos/ a anunciar / o ângelus/
Que proclama/ o final do dia/ e a chegada /acelerada/
Da noite /repleta de sonhos/ e de sandices/
Que não ouso as revelar/ Jamais!

RELMendes 27/06/2017


segunda-feira, 26 de junho de 2017

No inverno eu não versejo jamais


-No inverno /definitivamente /esse vate aqui/ não verseja/nada/
Vez que su’alma enviúva-se/ completamente/ no inverno/
Ao espiar o céu que dorme/ em cinza/ ainda que/ argentado/ de luar/
E pirilampejado de estrelinhas /salientes/ a lampejar nas noites/frias/
Tentando despertar-me / de.tão absurda/ hibernação / poética.

-Mas esse vate aqui/ no inverno/ não desimberna/ mesmo/
Nem pra tomar um cafezim/ quentim/ ou mesmo/um bom chimarrão...
Pois/ no inverno/ nem sequer/ a Anjo/ eu me disponho/ a dar/ ouvidos!


RELMendes 26/06/2017

domingo, 28 de maio de 2017

Aos Sábados, eu simplesmente Versejo!


Óh minh’alma /alada/ de sonhos/ e peraltices/
Tu que voas /ou te dependuras/ muito além/ dessas plagas/
Onde / escondo-me/ por detrás/ só/ de meus
Quereres... Por favor/ rogo-vos:
Conduza-me a enxergar/ com muita ternura/
Todos os viventes/ como meus semelhantes/
Para que eu possa degustar /o Amor Celestial/
E a Paz/ que tanto almejo. Sobretudo/ porque/ hoje/
É sábado/ ara!

RELMendes 27/05/2017

sábado, 27 de maio de 2017

SE HOJE É SEXTA FEIRA


Hei / então/ de entreter-me... /Tão-somente/
Com o que me impulsione /aos Céus/ abertos à todos/
Pois ;as Coisas do Alto/... Fascinam-me!

Se hoje / de fato/ é Sexta Feira...
Então é dia de aquietar-me/...
/Ainda que só um pouquinho/
Para auscultar.../em Silêncio/
Tudo o que /em minh’alma/ se esconde.
Pois /às Sextas Feiras/ sempre/ disponho-me
A entreter-me/ comigo mesmo/ em Silêncio
Vez que ele/ o Silêncio; só declama
Quem somos... /Verdadeiramente/
Se não balbuciarmos /sequer/
Uma só palavra...
Pois /então/ Psiu... Silêncio!
Hoje/ estou me procurando!.

RELMendes 17/02/2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

SE HOJE É QUINTA FEIRA



Então/ ah/ caminharei por aí afora
Agradecido e com o/ imenso/ desejo
De enxergar as pessoas/ por inteiro/
Muito além/ mas muito além /mesmo/
De suas /rotas/ aparências!...

Embora /algumas delas/... Deveras!
Não sejam lá flor que se cheira...
Eu ainda assim creio.../piamente/
Que /na realidade/ todo ser humano
É uma das primícias da criação
Do amado “Pai Eterno”.

E /por quanto/ eu as acolherei... Sempre!
De coração e peito... Abertos!
Simplesmente/ ah/ porque não abro mão
De vê-las/ tal qual /o Pai Eterno/ as vê.
E pronto!


RELMendes 16/02/2017

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Se hoje é Quarta Feira...Enternuremo-nos, pois!


Quem sabe/ então / não seria muito bom
Abrirmos as janelas d’alma /tacanha/
Pra que os ventos da Ternura /generosa/
Arejem seus desvãos /embolorados/:
- Ou pelo mofo da desconfiança
No ser humano!
- Ou pela pecha da descrença
No que quer que seja!
- Ou pelos dissabores do desamor...
Frequentemente compartilhado/ entre nós/
- Ou mesmo por tudo isso junto
E muito mais ainda /enfim/.

É... Em assim sendo / quem sabe / então/
Não possamos/ nós/... Como as crianças...
/Ingênuas ou não/
Enternecer a tudo e a todas as pessoas
Por esse imenso mundão/ de meu Deus/ afora/
Com as nossas mais simples atitudes/ pueris/...
Tão singelas/... Mas de uma Ternura./ tão simples/
Que /sem dúvidas/ até a nós /mesmos/
Desfalecerá / também/
De tantas alegrias que em nós
Pulularão /insistentemente/, hein?
É.... /Quem sabe/ né?


RELMendes 15/02/2017